Sou um pouco conservador, tenho uns ideais em certos aspectos da vivência diária um pouco retrógrados, mas mantenho a mente bem aberta a novas experiências e visões de vida.
Mas não deixei de ficar um bocadinho "chocado" com uma reportagem que hoje passou num canal de sinal aberto e sobretudo por se tratar de horário nobre. Não sei que mais irão fazer as televisões na luta feroz por audiências.
O tema em si, está cada vez mais a deixar de ser tabu. As pessoas cada vez mais aceitam o sexo como parte integrante da vida de cada um, estão mais desinibidas a discutir os problemas da sexualidade e cada vez mais há pessoas que procuram novas "abordagens" e experiências à prática do sexo. Ok, tudo bem até aqui. Mas em horário nobre, com potenciais crianças a ver. Não é que não seja importante os pais falarem sobre isto às crianças e cada vez mais precocemente. Mas uma coisa é falar de práticas, diria mesmo saudáveis de sexo, outra é falar de práticas estranhas de sexo, com acessórios estranhos, o voyerismo o exibicionismo.
As pessoas precisam de facto de educação para a sexualidade feita de forma séria e que sensibilize sobretudo para uma prática de sexo seguro, não do impacto de reportagens que o único objectivo é causar o escândalo entre os telespectadores e assim fazer subir o share médio para um determinado horário.
Deixe-se de pensar menos em audiências e mais em informação. Adaptando ao tema uma expressão ultimamente muito usada por professores...
Mas não deixei de ficar um bocadinho "chocado" com uma reportagem que hoje passou num canal de sinal aberto e sobretudo por se tratar de horário nobre. Não sei que mais irão fazer as televisões na luta feroz por audiências.
O tema em si, está cada vez mais a deixar de ser tabu. As pessoas cada vez mais aceitam o sexo como parte integrante da vida de cada um, estão mais desinibidas a discutir os problemas da sexualidade e cada vez mais há pessoas que procuram novas "abordagens" e experiências à prática do sexo. Ok, tudo bem até aqui. Mas em horário nobre, com potenciais crianças a ver. Não é que não seja importante os pais falarem sobre isto às crianças e cada vez mais precocemente. Mas uma coisa é falar de práticas, diria mesmo saudáveis de sexo, outra é falar de práticas estranhas de sexo, com acessórios estranhos, o voyerismo o exibicionismo.
As pessoas precisam de facto de educação para a sexualidade feita de forma séria e que sensibilize sobretudo para uma prática de sexo seguro, não do impacto de reportagens que o único objectivo é causar o escândalo entre os telespectadores e assim fazer subir o share médio para um determinado horário.
Deixe-se de pensar menos em audiências e mais em informação. Adaptando ao tema uma expressão ultimamente muito usada por professores...

Educação sexual sim, assim não.
Sem comentários:
Enviar um comentário