Por quantas vezes ficamos com aquele sentimento, sensação que nos consome aos poucos por dentro, do como seria se fizéssemos as coisas de maneira diferente. Não serei certamente o único. Mas hoje especialmente tenho-me confrontado com várias passagens da minha vida, em que podia ter seguido um caminho distinto, opções diferentes. Não sei porquê, até porque nem é um daqueles dias de profunda melancolia, em que parece todo o mundo abater-se aos nossos pés.
Mas como seria?... Estaria no mesmo lugar do "espaço vivencial" onde me encontro? Teria a mesma vida, os mesmos amigos, seria, sentiria da mesma maneira?
Tudo isto, perguntas que nunca obterei resposta, mas que sem sentido, ocupam os meus pensamentos, alimentam-nos de dúvida, de receio, mas que por outro lado lhes ofertam a capacidade única da ponderação, de decisão reflectida, para que cada degrau da escada da vida se dê numa aparente segurança, e para que na queda nos possamos sustentar, segurar aos poucos momentos de certeza, para avançar e reforçar a ideia de que o destino de cada um se vai construindo a cada dia, e que são muitas mais as incertezas que encontramos na frágil vida do que as certezas e que por isso cada momento deve ser vivido como o último, como se não houvera o amanhã, para ultrapassar as dúvidas do "e se...". E mesmo correndo o risco de banalizar...
Mas como seria?... Estaria no mesmo lugar do "espaço vivencial" onde me encontro? Teria a mesma vida, os mesmos amigos, seria, sentiria da mesma maneira?
Tudo isto, perguntas que nunca obterei resposta, mas que sem sentido, ocupam os meus pensamentos, alimentam-nos de dúvida, de receio, mas que por outro lado lhes ofertam a capacidade única da ponderação, de decisão reflectida, para que cada degrau da escada da vida se dê numa aparente segurança, e para que na queda nos possamos sustentar, segurar aos poucos momentos de certeza, para avançar e reforçar a ideia de que o destino de cada um se vai construindo a cada dia, e que são muitas mais as incertezas que encontramos na frágil vida do que as certezas e que por isso cada momento deve ser vivido como o último, como se não houvera o amanhã, para ultrapassar as dúvidas do "e se...". E mesmo correndo o risco de banalizar...

Carpe Diem
1 comentário:
PARA QUANDO OS NOVOS POSTS?!
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