São tantas as perguntas, tantas as dúvidas que surgem na minha mente... talvez seja por esse motivo. A mente, mente... inventa constantemente cenários impossíveis, inverosímeis, pouco realistas.
Até onde nos permitiríamos ir? Até onde poderia ir, uma qualquer loucura, onde nos entregássemos mutuamente ao desejo, a essa luxúria, esquecendo quase por completo a vida que nos rodeia. Seria possível?
Mas a insegurança e a cautela, diz-me que é tudo fruto da minha cabeça, nessa ilusão quase psicótica em que pareço viver permanentemente. E pelo dever de respeito, a ti, que tens uma vida própria, uma família a que ainda pertences. E pelo respeito aos meus, inocentes crianças, que ignoram o estado miserável em que vivo em união. Negligenciado em afeto e atenção, em modo automático de dona de casa, gestor de finanças e taxista.

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